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Diz o nome

Namorando no portão!

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Durante meses me foquei em outras coisas e esqueci meu blog, mas não deixei de admirar e planejar restaurar coisas retrô.

Com um pouco de fôlego para minha casinha ‘nova’, uma cama planejada há anos.. agora namoro as cabeceiras e como não poderia deixar de ser para uma apaixonada por gradis, lá vai uma seleção que eu achei numa simples busca:

Créditos Google Images

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Esta me parece uma grade de janela, perfeita!

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A Gótica ^^

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Quarto de menina romântica!

Achei no Pinterest:

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Belo e simples para um quarto de menino

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A Luxuosa

E pra fechar um parzinho que não pode fazer falta no quarto: ABAJOURS!

Esses só valem se a cabeceira escolhida for clean, e tomando cuidado ao equilibrar as cores!

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Agora é sair e garimpar as demolições em busca da minha grade perfeita…

Bom final de semana, bons tempos a todos os navegantes!

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A história de Mary Ellen e como ela me influenciou

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Sra. Solução

 

Eu e meus irmãos já sorrimos muito na infância, ouvindo uma vizinha nordestina chamar sua filha na rua: “MériÉlennn” era uma espécie de bordão da minha família quando queríamos tirar sarro de alguém que estava muito tempo ocupado com algo, enrolando, atrasado…

Aos 30 anos em um evento conheci uma recepcionista que se apresentava como Fernanda porque tinha muita vergonha da composição do seu nome “Mary Ellen” e neste ponto, me dei conta que aquele nome curioso, vinha de alguma inspiração, admiração… Como tantos outros nomes abrasileirados (assunto tão vasto, que renderá outro post, outra hora). Nesta altura comecei a acreditar que tinha algum fundamento, mas nunca fui pesquisar e ver de onde vinha.

A matéria anterior 6 dicas de utilidades para Amido de Milho, eu li há bastante tempo num livro da minha sogra, que procurei para transcrever outras valiosas dicas.. e quando me deparo com ele, eis que descubro ser um dos Best Sellers da autora Mary Ellen, famosíssima nos EUA desde a época em que eu nasci ou pouco antes, por isso na minha geração, algumas mães fãs dessa mulher, a homenagearam com esse tão, digamos, diferente nome!
Para começar a saborear as dicas da tia Mary Ellen, vamos à sua breve biografia:

Mary Ellen Pinkham é conhecida como uma solucionadora de problemas práticos, com uma abordagem divertida e inovadora para lidar com as tarefas diárias.
Cresceu em Minneapolis e colecionou escritas com pequenas dicas de soluções, como uma valiosa dica para tirar chiclete do cabelo: com manteiga de amendoim. Compilou essas sugestões e publicou um encadernado que vendeu surpreendentes 500.000 cópias!!! Em 1979 se uniu à Warner Books e até hoje já vendeu mais de 13 milhões de exemplares, divididos em diversos títulos. Tornou-se uma autoridade nos EUA e em outros países como Japão, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, México e (porque não?) no Brasil!
Hoje tem colunas nas principais TVs americanas e em impressos importantes, além de associar seu nome à marcas de excelência e vender milhões em produtos de seus parceiros como Palmolive, Borax, Bic, etc.”

 

De posse do livro Dicas, Truques e Quebra Galhos irei explorar iniciativas que há mais de 30 anos fazem sucesso e adequar à nossa realidade atual.

Para a 15° postagem, um personagem muito importante, demorou a sair do forno, e promete agora nos ajudar muito nessa tarefa de modernizar, analisar e reaproveitar tudo o que for ajudar nosso planetinha a se ver livre de mais insumos, químicas…

 

Para saber mais sobre os produtos da Mary Ellen clique aqui.

 

Serralheria Colonial

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Gradil

Uma das coisas que mais aprecio em viagens para cidades históricas são os gradis, portões e toda a serralheria em estilo colonial. Casas seiscentistas e setecentistas me encantam, nessa época  os recursos eram trazidos de Portugal, ou mesmo o artista serralheiro vinha entalhar seus portões-obra-de-arte in loco.

As escolas de arquitetura em estilo Neoclássica, Barroca e Rococó tinham particularidades e buscavam externar o glamour, o luxo da época… As classes sociais eram divididas de acordo com o estilo e o tamanho de suas casas. Antigamente além da proteção, os gradis diziam se ali morava uma pessoa simples ou endinheirada!

Hoje isso não se reflete tanto, pois em tempos de superpopulação, está mais para “quem mora na caixa de fósforos mais bem decorada é o vencedor” a importância dos detalhes se diluiu e se transformou em uma rede de nylon para proteger as crianças das alturas.

Hoje em dia decoradores e donos de novas residências se preocupam com a decoração suntuosa, minimalista e com peças de designers renomados, se esquecem de que o simples e antigo podem fazer toda a diferença, da entrada à cabeceira de cama.

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Biombo colonial re-utilizado como cabeceira

Pesquisando no Mercado Livre, descobri que uma obra de arte em ferro, pode custar muito, talvez custe mais pelo valor histórico da peça.

O importante para aplicar a técnica hoje em dia é planejar com um profissional gabaritado e principalmente seguir o estilo dos donos da casa, não adianta colocar uma fachada colonial se você planeja uma casa clean, minimalista e moderna por dentro… Tudo tem que ornar!

Comprar uma peça antiga e recondicionar é o que eu acho mais válido, porque toda a história daquela relíquia fará parte da sua história também, a reutilização de materiais é o que há de mais importante, não vamos desperdiçar insumos, mesmo que para isso, sejam necessários retalhos de ferro e alguma solda (se bem feita ficará imperceptível). Além do charme de um portão retro, o resgate dessa época trará segurança reforçada, o ferro fundido dificilmente é arrombado, porque demandaria muito esforço!

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Para recondicionar, um portão por R$ 1.800,00

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Menos colonial, mais cool!

Fonte de Imagem: Google